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Diagnóstico tardio de autismo: como a psicanálise pode te ajudar!

  • Foto do escritor: Melina Garcia Gorjon
    Melina Garcia Gorjon
  • 11 de fev.
  • 2 min de leitura

Depois do diagnóstico tardio de autismo: o que fazer?



mulher em um fundo de flores e folhas
O diagnóstico não é o fim, mas um recomeço!


Receber um diagnóstico tardio de autismo pode despertar uma série de emoções: alívio por finalmente encontrar uma explicação para vivências e desafios, mas também dúvidas sobre como seguir adiante. É natural se perguntar: "E agora? O que isso significa para mim?" A psicanálise surge como uma ferramenta valiosa nesse momento, oferecendo um espaço seguro para elaborar essas questões e construir novos sentidos a partir do diagnóstico.


O diagnóstico tardio não é um fim, mas uma redescoberta sobre si. Ele permite revisitar a própria história com um novo olhar, entendendo como o autismo se entrelaça com trajetórias, relações e experiências. A psicanálise, com sua abordagem sensível, não busca "corrigir" ou "normalizar" os sujeitos, mas sim acolher sua singularidade. Não partimos da ideia de que há algo a ser consertado, e sim da compreensão de que cada pessoa é única, com suas próprias formas de ser, sentir e se relacionar com o mundo.


Iniciar um acompanhamento psicoterapêutico após o diagnóstico é um passo importante. Esse processo não oferece respostas prontas ou fórmulas mágicas, mas convida a um mergulho profundo no universo interno de cada um. A psicanálise não busca dar receitas, e sim criar um espaço de reflexão e autoconhecimento, onde é possível explorar questões como a aceitação, a autoestima, os relacionamentos e as demandas do cotidiano.


O trabalho psicanalítico pode ajudar a ressignificar experiências passadas, compreender padrões de comportamento e construir ferramentas emocionais para lidar com o presente e o futuro. É um caminho que respeita o tempo e a subjetividade de cada pessoa, sem pressa ou julgamentos. Para quem recebeu um diagnóstico tardio, esse processo pode ser profundamente transformador, ajudando a reconhecer e valorizar a própria singularidade.


Se você está passando por esse momento ou conhece alguém que está, lembre-se: não há um caminho único ou "correto" a seguir. O importante é buscar apoio e permitir-se explorar, com cuidado e respeito, as possibilidades que se abrem. A psicanálise está aqui para caminhar junto nessa jornada, oferecendo um espaço de escuta e acolhimento para que você possa se reconhecer e se reinventar a partir do seu próprio ritmo.


Entre em contato e vamos conversar sobre como posso contribuir com o seu processo!






 
 

Psicóloga Melina G. Gorjon (CRP 06/146718)

Não realizo atendimentos imediatos para crises

Em caso de crise vá até o hospital mais próximo ou ligue para CVV (188)

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